Sem meta a cumprir, governo fecha 2014 no vermelho

Sem meta a cumprir, governo fecha 2014 no vermelho

O Brasil fechou o ano no vermelho. A primeira estimativa do governo, na Lei de Diretrizes Orçamentárias em 2013, é que economizaria em 2014 cerca de R$ 116 bilhões com o superávit primário. No entanto, além de não cumprir a meta do superávit, o Brasil sequer conseguiu fazer saldo no ano e acabou 2014 em dívidas, o que não acontecia desde 2014. Para o advogado Jaques Fernando Reolon, o melhor a fazer é olhar para frente e apostar na reestruturação da política econômica.

 

Marcos Santos/USP Imagens

Marcos Santos/USP Imagens

 

“O ano de 2014 foi atípico. Copa do Mundo, eleições com dois turnos e uma grave crise externa trouxeram uma imprevisibilidade  máxima que levou o país a não conseguir economizar. A situação não é tão grave porque o país tem reservas financeiras que conseguem suportar o impacto financeiro, mas a solução é apostar na reestruturação da política econômica que possa colocar o país de volta ao ritmo de crescimento”, disse Jaques Reolon.

Jaques Reolon lembrou que até os chineses diminuíram o ritmo de crescimento em 2014, que o Japão teve o pior PIB da história e que o Brasil está reagindo à crise internacional.

“O mundo sofre com uma crise sem precedentes. Os outros países dos BRICS também passam por um momento delicado na economia. Até países bem estruturados como o Japão tiveram de rever suas previsões. A economia é dinâmica e é preciso estar sempre preparado para a reestruturar”, avaliou o advogado Jaques Fernando.

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